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Servidores mantêm greve na rede estadual de Educação em Goiás Destaque

Servidores mantêm greve na rede estadual de Educação em Goiás

Paralisação começou no dia 15 de março. Categoria reivindica o pagamento do piso salarial e também plano de carreira para funcionários administrativos. Porém, governo se compromete em receber servidores na próxima 5ª feira.

A mobilização dos trabalhadores em Educação está surtindo efeito. Delegações de professores e de administrativos de todo o Estado lotaram a porta e as galerias da Alego (Assembleia Legislativa do Estado de Goiás) na tarde desta terça-feira (04/04) e mais uma vez impediram a votação da PEC da Maldade (PEC 3458).

Ao final da Assembleia a presidenta do Sintego, Bia de Lima, recebeu a informação do relator da PEC 3458, o deputado estadual Gustavo Sebba (PSDB), que ele não deu entrada na matéria na Comissão de Constituição e Justiça, informando que só vai encaminhar o seu relatório assim que os sindicatos tiveram audiência com o governador. Bia também foi informada de que o Sintego, juntamente com os sindicatos que compõe o Fórum Sindical serão recebidos em audiência com o governador Marconi Perillo e a equipe econômica do governo (Segplan, Sefaz) e Procuradoria para uma reunião na próxima quinta-feira (06/04).

A direção do Sintego vai para a mesa de negociações levando a proposta dos trabalhadores em Educação retirada na Assembleia Geral, propondo ao governo:

1 – a retirada da PEC 3458 (PEC da Morte) da pauta de votações da Assembleia Legislativa

2 – o pagamento do Piso dos professores e uma nova tabela para os  administrativos com um novo Plano de Carreira

3 – solução para os professores do Quadro Transitório da Educação;

4 – Reajuste de 50%  para os contratos temporários, que estão sem aumento salarial desde 2011;

6 – Concurso público para professores e administrativos de 1.000 vagas

Seduce

Bia de Lima salienta que nesta quarta-feira (05/04) uma delegação formada pela direção central e pelas direções regionais vai buscar audiência com a secretária Raquel Teixeira. De acordo com Bia, a secretária sinalizou que fez um estudo da pauta de reivindicações do Sintego e está pronto para encaminhar o mesmo para a equipe econômica do governo.

“Queremos conversar com a professora Raquel Teixeira sobre a pauta específica da Educação. Os trabalhadores em Educação não podem pagar com mais retirada de direitos o ajuste que este governo propõe nas contas publicas. Se é para economizar o governo tem de parar de dar perdão fiscal para as grandes empresas e fazer o corte nos grandes salários, estas sim são situações que impactam nas contas públicas”, reflete Bia.

Nova Assembleia

Uma nova Assembleia Geral está pré-marcada para a próxima terça-feira (11/04), mas dependendo da reunião de quinta-feira com o governador e a equipe econômica, esta pode ser antecipada ainda para esta semana. A direção do Sintego pede que os trabalhadores em Educação mantenham a vigília todas as tardes na Assembleia Legislativa, de maneira a manter a pressão sobre os deputados estaduais, impedindo que a PEC da Maldade seja votada. (Com informações do G1 e Sintego).

Última modificação emTerça, 04 Abril 2017 21:58
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