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Trombose venosa – um perigo silencioso Destaque

Trombose venosa – um perigo silencioso

(Com informações do G1 e Redação GW / Fotos: Facebook / Ilustração)

De maneira “silenciosa” anticoncepcionais têm causado sérios problemas de saúde em algumas mulheres. O GW começa esta matéria, trazendo o relato de uma dona de casa do outro lado do Estado, ao site G1. Em seguida, bem mais próximo de nós, a história da DJ Cristalinense, Yeda Xavier.

 

Após a repercussão dos casos de mulheres diagnosticadas com trombose venosa cerebral devido ao uso de pílula anticoncepcional, outras pessoas que tiveram o mesmo problema resolveram contar o seu drama, como a dona de casa Marizete Macedo, 46 anos. Moradora de Rio Verde, no sudoeste goiano, ela chegou a ter o lado esquerdo do corpo paralisado e a fala comprometida devido à doença. A paciente alerta para o uso de contraceptivos orais: “Quando o médico falar que precisa usar anticoncepcional peça o exame, porque a trombose pode ser fatal".

 

Marizete conta que começou a usar pílula em junho do ano passado, como forma de tratamento. “Eu estava com o útero muito grande e teria que fazer uma cirurgia. Eu não quis. O médico então optou por fazer um tratamento com anticoncepcional”, relata a dona de casa.

 

Os médicos que atenderam Marizete constataram que ela tinha uma mutação em um dos cromossomos, o que aumenta o risco de trombose. Segundo uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP), 15% das mulheres possuem esse problema genético. O uso de anticoncepcional aumenta as chances de essas pessoas desenvolverem a doença.

O problema é que muitas mulheres fazem uso indiscriminado da pílula contraceptiva. Além disso, muitos ginecologistas não pedem que a paciente faça o exame que detecta a alteração genética.

 

“Quando a paciente chega em nosso consultório, é feita a triagem clínica, se ela tiver fator de risco ou fator familiar, aí é pedido, com  certeza, os exames específicos. Mas se a paciente não tem nenhum problema de saúde, o médico vai optar pelo anticoncepcional o efeito colateral”, disse o ginecologista Victor Reges Nunes Teixeira.

Um ano depois após ter diagnosticado a trombose, Marizete ainda vive com restrições. “Eu não posso cair, eu não posso ter pancada, porque se não pode criar novos trombos. Eu não posso comer verduras, coisas verdes. Hoje eu tenho medo, traumas, depressão”, relata a dona de casa.

 

Evento raro

O presidente da Sociedade Goiana de Ginecologia, Maurício Machado da Silveira, explica que a incidência desse efeito colateral é rara. “A incidência é de dois a cada 100 mil, um evento raro, mas grave, por isso que está chamando a atenção. Todas as pessoas têm risco para trombose, as pílulas antigas elevam em duas vezes o risco de ter a trombose”, afirma o médico.

 

O ginecologista explicou ao G1/GO que, além das pílulas, os anticoncepcionais que possuem estrogênio em sua formulação aumentam o risco de trombose, como os injetáveis mensais, os adesivos e o anel vaginal. Já os injetáveis trimestrais, DIUs (Dispositivos intrauterinos), a pílula de progesterona pura e os implantes subdérmicos não causam esse efeito colateral.

 

De acordo com o ginecologista, uma boa consulta com o médico por identificar a probabilidade de a mulher ter trombose devido ao uso de anticoncepcional. Ele diz que as pacientes não precisam se alarmar, mas devem procurar qual método contraceptivo podem usar. “Principalmente as pacientes que têm condição de risco, por exemplo, quem fuma, quem tem problemas cardiovasculares, quem tem problemas de trombose, passado gestacional com abortos, essas pacientes são de risco e devem procurar um médico para fazer esse rastreamento e, se houver necessidade, pedir esse exame”, explicou Maurício.

 

Próximo da gente

 

O caso ocorrido com a dona Marizete, lá de Rio Verde, é o mesmo da cristalinense Yeda Xavier. Ao GW, a DJ explicou que os sintomas geralmente são os mesmos e que a consequência é de fato, proveniente do uso de anticoncepcionais. Ao ser diagnosticada, em janeiro deste ano,  Yeda relata que ficou mais de 10 dias internada entre o Hospital de Base e o Hospital Regional da Asa Norte – HRAN, em Brasília. “Tomei anticoncepcional por 20 anos e questiono, por qual motivo, os ginecologistas nunca me alertaram a respeito ? Cheguei a perguntar ao meu médico, se não seria possível mudar o medicamento, uma vez que já fazia uso por 20 anos. Obtendo dele a resposta de que, uma vez que como eu não sentia nada de anormal em meu corpo, não teria necessidade de mudar.” Conclui a cristalinense de 39 anos.

 

Hoje, Yeda Xavier faz parte de um grupo que estuda e acompanha o assunto e denuncia – “o interesse do mercado farmacêutico tem sido maior que a preocupação com a saúde das mulheres no Brasil. Isto, mesmo sabendo de casos em que mulheres ficam cegas, têm que amputar membros do corpo e em situações piores, chegam  a óbito. No entanto, o importante é saber que há cura, tratamento e que um diagnóstico rápido, pode salvar muitas vidas”, desabafa a DJ.  De positivo diante todo o trama vivido por ela, está o fato de hoje está totalmente curada e ter recebido os cumprimentos do médico que a atendeu em Brasília, ao informá-la que pelo fato de não fumar e praticar atividades físicas, teria contribuído para que não ficasse com sequelas. (GW)

 

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Homem passa por cirurgias para remover 40 facas no estômago Destaque

Homem passa por cirurgias para remover 40 facas no estômago

Médicos removeram 40 facas de dentro do estômago de um homem, na Índia. Segundo os cirurgiões, o sujeito passou dois meses engolindo os artefatos.

Em entrevista àCNN, o médico Jatinder Malhotra afirmou que o homem tinha um "desejo selvagem de consumir metais" e que se deparar com um caso desses foi assustador.

"Nós estávamos nervosos já que um pequeno erro poderia tirar a vida do paciente. Em 20 anos de prática, nunca tinha visto nada parecido", disse Malhotra à CNN.

A equipe médica levou dois dias para bolar um plano para a cirurgia. A operação durou cinco horas no total. Dentro do estômago do sujeito, foram encontradas facas dobráveis que, quando abertas, chegavam a 17 centímetros de comprimento.

O paciente é um homem de 42 anos de idade que não quis ter a identidade revelada. À CNN, o sujeito afirmou estar se sentindo melhor e se disse grato aos médicos e funcionários do hospital. Ele está fora de perigo, mas só deve receber alta com o aval de psiquiatras.

O homem afirma que não sabe porque começou a engolir facas. "Gostei do sabor e me viciei. Assim como pessoas se viciam em álcool e outras coisas, minha situação foi essa", disse à CNN.

Os médicos desconfiam que o paciente sofra de um transtorno mental raro. Por isso, ele segue sob supervisão da equipe psiquiátrica. (Redação – UOL / GW)

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Ipasgo alerta usuários sobre golpe em hospitais Destaque

Ipasgo alerta usuários sobre golpe em hospitais

O chamado "Golpe da UTI" que está sendo aplicado em todo o país, chegou em Goiás e aos usuários do Ipasgo. Em visitas de rotina aos hospitais da rede credenciada, servidores do Instituto já receberam relatos de dois pacientes, que receberam ligações de golpistas.

O golpe acontece da seguinte forma: quando um paciente se interna em uma UTI e necessita de algum procedimento, a unidade hospitalar faz a solicitação do exame ou cirurgia. O plano tem um prazo para fazer a autorização. Nesse meio tempo alguma pessoa que tem acesso aos dados da pessoa, como nome, plano de saúde e o procedimento solicitado, entra em contato com a família, se passando por médico e informa que o Ipasgo não autorizou o procedimento e que é necessário que a família deposite uma certa quantia para que o paciente tenha o atendimento. O golpista passa então o número de uma conta bancária para depósito do valor. E costuma usar ainda a estratégia de citar, reiteradas vezes, da necessidade urgente do procedimento ser realizado. Felizmente nos casos que chegaram ao conhecimento do Ipasgo, os familiares desconfiaram e quando buscaram informações no hospital, descobriram a tentativa de estelionato.

E esse é o comportamento correto: se você tem um paciente internado em UTI e recebe esse tipo de ligação, antes de qualquer coisa, entre em contato com a unidade hospitalar para confirmar a veracidade da história. "O Ipasgo tem até 48 horas para liberar um procedimento. Nesse período então, é importante que se houver algum contato nesse sentido, que o familiar confirme no hospital ou mesmo no Teleatendimento do Ipasgo", explica o assessor da diretoria de assistência ao servidor, Lívio Barreto.

Como esse tipo de golpe se trata de um crime de estelionato, é importante ainda que as vítimas, ainda que não tenham cedido, registrem uma ocorrência policial para que o caso seja investigado. (Fonte: Ipasgo / Foto: Ilustração - GW)

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Luziânia recebe 5 mil doses contra febre amarela após morte de macaco Destaque

Luziânia recebe 5 mil doses contra febre amarela após morte de macaco

Exames comprovaram que animal estava infectado com o vírus, em Goiás.
Cidade enfrentou falta de vacinas e população não conseguia se imunizar.

 

Mais de cinco mil doses da vacina contra febre amarela foram distribuídas nos postos de saúde de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. O reforço veio após exames confirmarem morte de macaco com a doença na zona rural da cidade. Alguns moradores disseram que enfrentaram dificuldades para se imunizar, pois chegou a faltar o medicamento nas unidades. Em Goiás, um homem morreu este ano vítima do vírus.

O macaco doente foi encontrado no mês de abril e, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, exames comprovaram que ele estava com febre amarela. A coordenação regional de Saúde disse que ainda existem outros quatro casos de macacos que foram encontrados mortos na zona rural de Luziânia.

Diante desses casos, a vacinação na cidade foi reforçada. “[A vacina] vai estar em todas as unidades do nosso município, de 8h até 17h e também nas unidades hospitalares”, disse a coordenadora de vigilância epidemiológica, Adriana Alcântara.

Falta de vacina 

Antes da chegada dessas cinco mil doses, Luziânia sofreu com a falta da vacina. “Nós estamos com um problema muito sério a nível federal da aquisição das vacinas, eles não estão dando conta de suprir a grande demanda que está se fazendo presente”, disse o secretário de Saúde, Waterson Roriz.

Os pais ficam preocupados principalmente com a saúde dos filhos. O vigilante José dos Santos Nascimento teve problemas para encontrar a vacina. “Tem que ficar preocupado por conta da doença. Porque se não tiver vacina [na rede pública], vai ter que comprar”, disse.

Agora, com a chegada das novas doses, a coordenadora regional de Saúde, Marta Barreto, diz que a população deve procurar as unidades novamente. “Nós chamamos a população para levar os cartões de vacina aos postos de saúde para que seja feita uma leitura correta deles e, se necessário, seja ministrada uma dose de vacina”, disse.

(Com informações do G1-GO e Foto: TV Anhanguera – GW) 

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Araújo Jorge: Transplantes interrompidos Destaque

Araújo Jorge: Transplantes interrompidos

(Com informações de Pedro Nunes – O Popular / GW)

A crise econômica que se abate sobre o Hospital Araújo Jorge, referência no tratamento de câncer em Goiás, resultou na paralisação de novos transplantes de medula óssea (TMO). Há cerca de um mês eles foram interrompidos e pelo menos 20 pessoas foram encaminhadas para outras unidades de saúde de Goiânia. A informação é do presidente da Associação de Combate ao Câncer em Goiás (ACCG) - mantenedora do hospital –, o médico Paulo Moacir Oliveira Campoli.

Caso a situação se mantenha, outras áreas podem ser fechadas em um efeito cascata. É o caso da Terapia Intensiva, do Pronto Atendimento e da Oncologia Pediátrica, que são os setores com maior déficit orçamentário (veja as causas no quadro).

Um dos principais problemas, segundo o presidente, é a tabela praticada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) que, hoje, representa 85% da receita do hospital. “Esses valores estão congelados há quase 20 anos”, ressalta Paulo Campoli.

A principal área afetada é justamente a de TMO. Embora seja a menor parcela de atendimentos, cerca de 0,4% do total, é uma das que têm maior custo, o que inviabilizaria também os demais procedimentos. O presidente afirma que cada transplante custa R$ 120 mil. A tabela do SUS de remuneração, ainda de acordo com Campoli, é de cerca de R$ 23 mil, uma diferença de quase R$ 100 mil.

Como a média de transplantes é de cinco por mês na unidade saúde, o déficit estaria na casa dos R$ 500 mil mensais. “Não há mais como bancar procedimentos cuja remuneração se situe em valores muito abaixo do seu custo real. É preciso que haja uma complementação financeira que cubra essa diferença”, argumenta. Os novos pacientes têm sido transferidos para o Hospital das Clínicas (HC) e para o Hospital Geral de Goiânia (HGG). Já os antigos ainda serão atendidos no próprio Araújo Jorge.

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